18 de jul. de 2012

Música

   Antes de começar o texto, quero afirmar que não estou apoiando nenhum tipo de esteriótipo. Cada um gosta do que gosta, e que cada um se vire com isso.
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   A música sempre fez e faz parte de nossas vidas. Todos temos músicas e estilos da quais gostamos ou não gostamos. Mas por quê? O que difere o estilo de cada indivíduo? Qual funcionalidade tão importante a música tem em nosso psico, que criamos tantas divisões, todas tão diferentes?

   Há quem acredite que seja uma questão do ambiente. Caso esteja em um ambiente (escola ou trabalho, por exemplo) onde todos escutam um certo estilo de música, criará em você uma influência que te levará a escutar o mesmo tipo de música. Mas eu sou prova viva que não.

   Uma frase que eu mesmo criei e gosto sempre de falar, quando se trata do assunto: "A alma tem a necessidade de se revelar através de seu semelhante". Quer dizer que você gostará de coisas do qual pareçam com você. Se você é uma pessoa muito calma, logicamente escutará músicas calmas. Penso que seja mais uma questão de lógica simples.  

   Mas também há outro lado. Há pessoas que escutam pela letra (que é o caso de pessoas que não gostam de música em outras línguas, por não entender. Eu entendo e respeito). Nesse caso, é o mesmo princípio, mas ela gosta de músicas que, pela letra, a façam lembrar de momentos, sentir algo, etc.

   Creio que todas as músicas tem este efeito em nós. Se ouvimos uma música triste, logo, é muito provável que fiquemos calmos e até tristes, algumas vezes. Creio que seja pela razão de que a melodia é como um "sinal codificado" para nosso cérebro, do qual ele pode criar um hipnotismo temporário para ele mesmo.

   Eu gosto muito dos estilos Rock e Metal (tanto pesados, animados ou lentos). O que pode (na minha opinião) significar uma mudança constante de humor, por escutar os 3 tipos de ritmos. Como as músicas são em quase todas inglês, pode significar que estou tentando prestando mais atenção à melodia (ou seja, enviando uma "mensagem" ao cérebro), o que pode significar que estou tentando entrar em uma fase hipnótica, ou seja, fugindo deste mundo e adentrando outro.  

5 de jul. de 2012

Adolescência Transviada

Bom, ninguém pode negar que hoje em dia os adolescentes - e até crianças - estão muitos safadinhos e, se negar, está mentindo horrivelmente

Mas, então chega a questão: Como a coisa ficou tão ruim, em tão pouco tempo.

Muitos acusam o "funk". Ok, vamos ponderar as informações. Criaram o funk, e a adolescência se transviou. Mas e antes do funk? Alguém deveria ter um motivo para criá-lo.

Muitos dizem: É a mídia! Passa coisas inapropriadas em horário nobre! Será mesmo?

Eu tenho apenas 14 anos, mas conheço muitas pessoas mais velhas. Pessoas mais velhas (um pouco), viam banheira do Gugu e coisas do tipo, em horário nobre, domingo na hora do almoço, e isso não influenciou em nada estas crianças.

Ao meu ver, o que realmente influenciou as crianças foi a falta de instrução.

Ao que me parece, antigamente havia muito mais programas inapropriados do que agora. Mas agora, não há tanta coisa inapropriada para as crianças verem, o que, subconscientemente, cria um pensamento nos pais: "Se ele não ver, não saber o que é, logo, não preciso explicar" (o que é um grande desleixo nos pais, deveriam tomar vergonha na cara). Mas assim, a criança não ganha instrução certa, logo, dentro da sua mente ela vai criar uma anarquia, e provavelmente aprender outras coisas, e assim não sabendo os valores politicamente corretos, assim, expondo seu corpo de maneira inapropriada, e não dando valor ao corpo alheio.

Futebol e seu desvio mental

Pois é... Corinthians campeão da libertadores, por que não falar de futebol, então?

Não vou falar de nenhum time específico, mas queria expor alguns pontos aqui.

Primeiro, eu nunca consegui entender no que se baseia um time, e por que tantos morrem e matam por eles. Quer dizer, algo que muitas vezes vem da sua família, ou então só por que o emblema é mais bonitinho, você escolhe aquele time por algo trivial, não importando exatamente nada, e então, se dedica a ele com sua vida, qual é o sentido disso? Quer dizer, no caso de filmes. Assistimos o qual nos agrada, nos identificamos, ou ao mínimo o que nós desejaríamos que aquela fosse nossa história. Na música, vemos o que as letras e/ou ritmos combinamos, que significam algo para nós. Como eu costumo dizer, a alma se espelha em seu semelhante. Mas e no caso do futebol? Não tem nenhum tipo de seleção, é totalmente aleatório. Você deve estar pensando "isso não tem nada a ver", mas, para mim, tudo deve ter um motivo...

Segundo, a razão principal de eu não gostar de futebol (por que eu não gosto) é que o futebol, ao meu ver, de certa forma "cega" o povo brasileiro. Sei que muitos vão discordar, e ficar com vontade de me estrangular, mas o país está do jeito que está, por que nossos olhos estão voltados para coisas triviais (muitas vezes futebol) e não coisas que realmente importam.

Você duvida disso que eu falei? Então vamos a um exemplo: Na União Soviética, um pouco antes de acabarem com o comunismo/socialismo, o povo Soviético começou a fazer protestos e coisas parecidas, até que o governo viu uma solução óbvia para eles não enxergarem (ou pelo menos não quererem enxergar) a verdade: Entretenimento. O Futebol é, sem dúvidas, o entretenimento mais forte no Brasil, pois ele é um dos únicos em que o povo esquece de tudo, e vai para o futebol.

Mas é claro, apesar de tudo isso, não posso negar que o futebol também tem seus pontos fortes. Apesar de eu não concordar que as pessoas esqueçam de tudo para saber de futebol, para muitos deles, é essa a hora única em que eles encontram felicidade (uma pena).

Futebol, para mim, foi, é, e sempre vai ser uma lástima, vergonha brasileira, mas não serei egoísta o bastante para não saber que para muitos é divertido, e eu sempre vejo os dois lados. Eu não gosto, mas muitos gostam e eu respeito.

Aliás, eu estava pensando em escrever um texto parecido com esse (mas menor, bem menor) no Facebook, mas pensei: "Não quero 500 pessoas discutindo comigo ao mesmo tempo". Sabia que minha opinião iria gerar controvérsia, como disse, eu não gosto, mas respeito. Infelizmente, muitos não sabem respeitar a opinião alheia.

Bom, acho que expus minha opinião. Se você não gosta, paciência, não estou aqui para agradar ninguém.

23 de mai. de 2012

As várias simbologias do interior


   Me perguntaram por que eu gosto de caveiras...

   A caveira é, de fato, um símbolo usado para várias interpretações. Alguns usam como um símbolo da morte, de fato, mas não é só isso.

   A minha visão é que a caveira significa o não ao preconceito. O fato é que, quando eu (pelo menos eu) olho para uma caveira, eu vejo um pessoa, mas por dentro. Quando eu olho para uma caveira, estou olhando para uma pessoa, mas não consigo identificar se ela é clara, negra, parda, asiática, ou qualquer coisa. Estou olhando apenas para o interior da pessoa, deixando tudo o que ela é "por fora" de lado.

   Essa é a minha visão apenas, sei que muitos usam como um símbolo de mal e morte, mas não penso assim.

21 de mai. de 2012

O mundo é um Matrix



Morfeu: Vou te dizer por que está aqui. Você sabe de algo. Não consegue explicar o quê. Mas você sente. Você sentiu a vida inteira: Há algo errado com o mundo. Você não sabe o que, mas há. Como um zunido na sua cabeça te enlouquecendo. Foi esse sentimento que te trouxe até mim. Você sabe do que estou falando.

Neo: O que é a Matrix?

Morfeu: Você deseja saber o que é a Matrix? A Matrix está em todo lugar. A nossa volta. Você pode vê-la quando olha pela janela, ou quando liga sua televisão. Você a sente quando vai para o trabalho, quando vai a igreja, ou quando paga os seus impostos. É o mundo que foi posto diante dos seus olhos para que você não enxergue a verdade.

Neo: Que verdade?

Morfeu: Que você é um escravo, Neo. Como todo mundo, você nasceu em cativeiro. Nasceu em uma prisão que não pode ver, cheirar ou tocar. Uma prisão para a sua mente. Infelizmente, é impossível lhe dizer o que é a Matrix. Você tem que ver por si mesmo.

Honestamente, quem de nós nunca se sentiu como o Neo? Aliás, quem de nós não se sente assim agora?


Passamos a grande parte do nosso tempo pensando em como vamos pagar contas, agradar pessoas de quem, em geral, não gostamos, e como vamos poder comprar uma série de coisas das quais não precisamos. Se isso não é uma prisão invisível para a nossa mente, o que seria então?


Através do advento da tecnologia, vivemos cada vez mais “conectados” na rede, ou no ciber espaço, mas cada vez menos engajados no mundo real, tal como os humanos “em cativeiro” da Trilogia Matrix.


Ano passado, tivemos duas novas guerras (Paquistão e Líbia), e a queda de governos .Adicionalmente a essas mudanças de regime, temos acompanhado uma série de sérios distúrbios civis.


Naturalmente, quando as pessoas sentem que as suas perspectivas, e as de suas futuras gerações, são marcadas por ausência de oportunidades, maior intervenção e burocracia governamental, menos segurança, além de comida, moradia e energia mais caros, elas tendem a expressar suas frustrações nas ruas.


Não sou ingênuo a ponto de achar que é a primeira vez que temos quedas de governo ou disturbios civis em nosso mundo. Esses são eventos que acontecem desde o início da história. A diferença da atual conjuntura para o passado é a frequência, intensidade e quantidade dos mesmos em um curto intervalo de tempo.


Mais que isso, tais eventos não aconteciam anteriormente em um planeta com 7 bilhões de pessoas e com recursos (principalmente os energéticos) cada vez mais escassos.


Não que estejamos prestando atenção a essa conjuntura. Estamos ocupados demais com as nossas bugingangas, hobbies idiotas e pseudo amizades.Devido a uma cultura imediatista e materialista, e uma mentalidade de rebanho, temos interesses cada vez mais triviais, como ter um carro que chame atenção, comprar uma ropa de griffe, ou frequentar um bar, boite ou restaurante“da moda”.


Os oligarcas que são os verdadeiros donos das corporações que elegem os nossos representantes, produzem tudo o que consumimos, e ditam o nosso comportamento (através da propaganda e do sistema educacional), riem da nossa cara, porque sabem que podem tirar cada vez mais de nossas liberdades, recursos e tempo, desde que nos mantenham ocupados com as atividades citadas acima.


Todo mundo precisa de diversão, e certamente há espaço para nossas frivolidades no dia a dia que vivemos.No entanto, isso não quer dizer que tenhamos que chegar ao ponto em que estamos agora. Eu tenho que acreditar que somos capazes de mais do que estamos fazendo agora. Essa mudanca é responsabilidade nossa. Só cabe a nós. E antes de tomarmos qualquer atitude, temos pelo menos que admitir que a nossa sociedade está doente, que há algo errado.


Vamos pelo menos tentar libertar as nossas mentes do Matrix.


P.S.: Texto não é de minha autoria.

Adult v.s. Children

   Olá.

   Cada vez mais o que vejo é adolescentes tentando parecer adultos ou adolescentes tentando parecer crianças. E então vem a seguinte questão: Por que alguns tentam ser mais maduros, e outros menos?

   Me baseio no princípio básico que um adolescente fica como um pedaço de vazio em vista pela sociedade. Dessa forma, o "vazio" deve buscar preenchimento, tentando parecer algo que não é. Assim vejo todos os adolescentes.

   Muitos deles (a maioria) tentam parecer mais com adultos, pela simples visão que tem de auto-controle. Então, de diversas formas, tentam imitar aqueles um pouco mais velhos, mas não exageradamente, tentando ser um misto do que já é com o pouco mais adiante.

   Mas há poucos que, ao invés de prosseguir, arriscam em ficar como estão. Estes tentam se parecer mais com crianças, visto que terão uma identidade, e a sociedade os verá com mais clareza, mais respeito, e etc. Mas até que ponto isso se torna ridicularidade? Ora, uma mente infantil em um corpo adulto é realmente ridículo, mas e no caso contrário? Um corpo adulto, com uma mente pouco desenvolvida tentando ir para um estágio avançado além da conta, de forma que ele, de certo modo, "ultrapasse" um caminho, tentando prolongá-lo.

   Essa é minha visão que tenho à adolescência; como sendo um, não posso me identificar como uma das duas alternativas, visto que há uma pouca quantia daqueles que tentam preencher seu vazio de outras formas menos cultuadas, que no meu ver, é meu caso.

18 de mai. de 2012

Deception

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17/05/2012
   Discussão sobre o relacionamento e intimidade entre adolescentes na sala de aula.

   Me lembro de até pouco tempo atrás, quando eu não tinha opinião definida sobre o assunto.

   Ora, em meio a tantos "Não!" ao meu redor, alguém com opinião contrária fica encabulado mediante à diferença. Mas pensando mais sobre tal assunto, se chega à conclusão.

   Por quê, afinal, é proibido o relacionamento na adolescência?

   Ora, convivo eu em um prédio com pelo menos 400 adolescentes de todas as idades, e posso dizer que a maioria deles realmente não deveria ter ali relacionamentos. Mas entre os muitos, há poucos que se destacam e tem um pouco mais de maturidade e que, ao meu ver, poderiam sim ter relacionamentos.

   Mas, como identificá-los? Ou até, ensiná-los de maneira diferente aos demais? É uma questão impossível.

   A verdade é que isso é uma questão impossível de se resolver, e continuará assim, para sempre.

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